É com muito prazer que o convidamos a todos para a Quinta livre de Junho
Descrição: “Investir o tempo da sua equipe de desenvolvimento para contribuir com open source e ajudar as dúvidas de outros pode parecer pouco lucrativo. Vamos mostrar aqui algumas das nossas experiências com open source e comunidade, para enxergar os ganhos indiretos e até mesmo alguns diretos que podem e são obtidos.”
Palestrante: Paulo Silveira
Bacharel e mestre em Ciência da Computação pela USP, possui mais de 10 anos de experiência com desenvolvimento, passando pela Alemanha e pelo IBOPE. Coordena os cursos da Caelum nos cursos de verão da USP. Um dos fundadores do GUJ.com.br e é editor técnico da revista Mundo Java.
Esperamos que esta seja uma oportunidade de conhecer mais sobre o Ruby e sobre outras comunidades de software livre existentes em São Paulo. Por favor, ajudem a divulgar e apareçam!
O evento “Quinta Livre” do mês de março irá abordar o tema das patentes de software. Para embasar o debate, contaremos com a exibição do documentário “Patent Absurdity”.
Dirigido, filmado e editado por Luca Lucarini e produzido por Jamie King, o documentário foi realizado com ajuda de uma bolsa oferecida pela Free Software Foundation e foi exibido ao público pela primeira vez durante a LibrePlanet – conferência anual da FSF – em Boston em março de 2010. Após a exibição do filme faremos um bate-papo informal para discutir o tema.
No último dia 23 de setembro, a quinta-livre promoveu um debate sobre “Software Livre e Políticas Públicas” (assista aos videos aqui). Durante este evento, os candidatos presentes puderam assinar um pacto proposto pelo coletivo Quinta-livre, onde eles se comprometem a defender a causa do software livre em uma eventual legislatura.
A ideia se baseou na iniciativa europeia “The Free Software Pact“, que foi traduzida e proposta pelo coletivo Quinta-livre. O conteúdo diz o seguinte:
Sou um candidato das eleições brasileiras de 2010 e estou consciente de que o trabalho dos agentes do Software Livre é importante na preservação das liberdades fundamentais da era digital, na partilha do conhecimento e para a superação do “fosso digital brasileiro”.
É também uma oportunidade para que a sociedade civil possa contribuir em prol de nossa independência tecnológica e competitividade internacional.
O Software Livre é um “bem comum” a ser protegido e desenvolvido, e se baseia na prerrogativa do usuário ter acesso aos códigos dos softwares oferecidos pelos autores (desenvolvedores), oferecendo a ele (usuário) os direitos de utilizar, copiar, adaptar e redistribuir os referidos softwares em suas formas originais e/ou modificadas.
Consequentemente, comprometo-me a:
a) encorajar todas as administrações e serviços públicos a preferir o Software Livre, e buscar normas abertas nas suas escolhas, compras e desenvolvimentos de soluções próprias;
b) apoiar políticas públicas e atividades em favor do Software Livre, e me opor a qualquer discriminação contra ele; e
c) defender os direitos dos autores e utilizadores do Software Livre, e me opor a qualquer projeto de legislação que vise enfraquecer esses direitos.
Portanto, na hora de votar, vote em quem está comprometido com a causa que você apoia!
Para saber mais, ter acesso a tradução do documento e conferir a assinatura de cada um dos candidatos, basta acessar o wiki da Quinta-livre.
Debate sobre “Softwares Livres e Políticas Públicas”. Promovido pelo Quinta-Livre, gravado em São Paulo na USP em 23 de Setembro de 2010. Participação de Segio Amadeu, Alexandre Youssef (PV), Everton Rodrigues (PT), Leandro Chemalle (Partido Pirata), Paulo Bufalo (PSOL), William Ferraz (PSDB).
Estão confirmados os candidatos que participarão do debate sobre “Software Livre e Políticas Públicas”. Para saber mais sobre o debate, confira o Evento Software Livre e Políticas Públicas. São eles, por ordem alfabética:
Tecnologias livres estão diretamente ligadas à qualidade da educação, ao desenvolvimento da ciência e à soberania nacional.
Em tempos de eleição, nada melhor do que convocar representantes dos principais partidos políticos do Brasil para se discutir propostas que incentivem o uso e o desenvolvimento de software livre no país. Por isso mesmo, a Quinta-Livre estará promovendo um debate que suscitará uma discussão sobre o tema. A ideia é promover um evento fora dos padrões normativos e desgastados da mídia televisiva. Se você se interessa pelo tema, não deixe de comparecer.
ESTÃO TODOS CONVIDADOS.
O tema básico é “Software Livre e Políticas Públicas”, discutidos do ponto de vista social: tanto as políticas públicas podem acelerar o uso e o desenvolvimento do Software Livre, como o contrário também nos parece válido.
A lista de participantes será divulgada no início da semana, assim que os últimos nomes forem confirmados. Confira os nomes dos participantes clicando aqui.
Data e hora: 23 de SETEMBRO de 2010 (é uma quinta-feira) às 19:30.
Local: Auditório da Escola de Aplicação, Faculdade de Educação, USP-SP (Cidade Universitária do Butantã)
O tema da 5ª-Livre de Setembro sai com bem mais antecedência desta vez.
No mês da independência iremos ter a presença do ilustre convidado Eduardo Maçan falando sobre:
“GNU/Linux – QUASE 20 anos QUASE no desktop. Iremos chegar lá? Devemos nos importar?”
Resumo: Em 2011 o kernel Linux e a combinação GNU+Linux completarão 20 anos de existência.
Durante grande parte deste tempo estivemos à margem de chegarmos ao Desktop do “homem-médio”,
este ser mitológico. Esta apresentação/debate visa provocar ao revisar o histórico evolutivo do GNU/Linux e de seus concorrentes ao longo dos últimos 20 anos e algumas especulações e teorias sobre os próximos 20.
Eduardo Marcel Maçan é Engenheiro de Computação pela Unicamp, possui MBA em gestão estratégica e econômica de negócios pela FGV (MBA for International professionals FGV/UC Irvine). É gerente de pesquisa e desenvolvimento do Apontador, usuário de GNU/Linux desde 1993 e desenvolvedor Debian GNU/Linux desde 1997.
O palestrante demorou um pouco a enviar a descrição, mas enviou.
O tema da quinta livre de amanhã (05/08) será sobre Cidades Digitais. Hilton Garcia Fernandes será o responsável. Ele é gerente do Núcleo de Tecnologias sem Fio, da LSI-Tec”
Sobre Cidades Digitais
“Prefeituras e comunidades que sabem das dificuldades das empresas detelecomunicações oferecerem acesso de qualidade e de baixo custo em suas regiões, muitas vezes tomam a iniciativa de facilitar esse acesso a seus cidadãos. Esta oferta de Internet pela própria prefeitura tem sido chamada no Brasil de cidade digital.
Tem havido comentários na Web em português a respeito de uma cidade
digital ser mais do que sua infraestrutura de rede. É de bom senso que
se cria uma cidade digital para obter melhoria em educação e
atividade econômica, como já mostram os casos clássicos brasileiros.
Contudo, não há clareza sobre o que
realmente seria esse algo mais. Trata-se principalmente de uma
listagem de propostas gerais de e-gov, principalmente na saúde, com
aplicação da Internet à educação.
Nossa proposta é usar a ampla disponibilidade e facilidade de operação
de muitos Softwares Livres para treinar equipes locais da prefeitura
na operação da rede. Mas também usar Softwares Livres para e-gov da
prefeitura, para treinar professores, para que coloquem seus alunos na
rede, para treinar jovens programadores para que desenvolvam conteúdo
que vai aumentar a atividade empreendedora da cidade.
O desenvolvimento de educação, empreendendorismo e e-gov na comunidade
pode dar origem a uma cidade inteligente – capaz de pensar
coletivamente e chegar a melhores soluções. para seus problemas
Local: Escritório Piloto do Dep. de Engenharia Civil da Poli-USP